A Inteligência de Estado

Nos países desenvolvidos, a atividade de Inteligência é utilizada para colher informações para que o Estado reduza o risco e a incerteza de sua atuação, agindo de forma mais racional e econômica.

Desse modo, o principal objetivo da Inteligência é melhorar a qualidade do planejamento estatal e, como resultado, melhorar também a qualidade do gasto público, permitindo melhor alocação de recursos.

É papel da Inteligência de Estado atuar na

  1. antecipação de informações estratégicas sobre conjuntura e estabilidade política econômica e social de outros países, de modo a incentivar o desenvolvimento econômico do País e a preservar interesses do Brasil;
  2.  proteção de informações estratégicas do país – área denominada contrainteligência -, com atividades que incluem o combate à espionagem, à sabotagem e à interferência estrangeira indesejada;
  3. prevenção de ações relacionadas ao terrorismo;
  4. proteção e análise de risco das infraestruturas críticas do país.

Por exemplo, uma Inteligência externa forte que seja utilizada no combate ao tráfico internacional de drogas ao conseguir antecipar rotas, financiamento e tendências. Como resultado, as polícias conseguem atuar de forma preventiva, o que significa atuar com precisão e economia, em contraposição aos gastos de repressão, que são pulverizados e ineficientes. Ademais, com a prevenção, estados e municípios precisam gastar menos com segurança, saúde e sistema prisional. A Inteligência também fornece informações mais precisas para que Ministério Público, Receita Federal, Policia Federal, forças Armadas e outros órgãos possam executar suas ações, inquéritos e processos investigatórios com mais eficiência e precisão.

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